Exame físico
Observar as assimetrias do tronco e realizar o teste de inclinação para frente.

O exame físico observa assimetrias do tronco e inclui o teste de inclinação para frente. A radiografia confirma a escoliose e permite medir a curva. Em pacientes que ainda estão crescendo, exames seriados podem ser necessários para acompanhar a evolução.
Observar as assimetrias do tronco e realizar o teste de inclinação para frente.
Confirmar a escoliose, medir a curva e acompanhar a evolução em exames seriados.
Relacionar a maturidade óssea às características e à progressão da curva.
A ressonância magnética é sempre necessária para avaliar a presença de outras patologias que possam estar associadas à deformidade.
Não se trata apenas de um desvio lateral. Na escoliose, também ocorre a rotação dos corpos vertebrais, responsável por parte das alterações visíveis no formato do tronco.
A avaliação tridimensional também considera o perfil da coluna, incluindo a cifose torácica.

Não se trata apenas de um desvio lateral. A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna.

Pode envolver principalmente a região torácica, lombar ou ambas.

A rotação dos corpos vertebrais é responsável por parte das alterações visíveis no formato do tronco.

A avaliação tridimensional também considera o perfil da coluna, incluindo a cifose torácica.
A idade, o padrão da curva, a maturidade óssea e a evolução ao longo do tempo também entram na avaliação.
Em curvas menores, em geral o acompanhamento clínico e radiográfico é o principal caminho.
Em pacientes que ainda estão crescendo, o colete pode ser indicado em situações selecionadas para reduzir o risco de progressão.
Curvas maiores ou progressivas podem exigir avaliação cirúrgica. A indicação nunca deve ser feita apenas por um número isolado.
A escoliose é uma deformidade tridimensional e sua evolução pode mudar durante o crescimento.
Explore os fatores ao rolar ↓O risco de progressão está diretamente relacionado ao crescimento restante, avaliado por meio da maturidade óssea.
Em adolescentes que ainda estão crescendo, determinadas curvas podem progredir. Identificar esse risco cedo pode mudar a estratégia de tratamento.
Não basta medir a curva. É preciso saber se aquela curva pode aumentar ou não.
Muitas curvas não precisam de cirurgia — e algumas nem de colete. A experiência ajuda a não transformar uma radiografia em uma indicação desnecessária.
Quando a cirurgia é realmente indicada, padrão da curva, rotação dos corpos vertebrais, cifose torácica, equilíbrio do tronco e níveis de correção precisam ser analisados em conjunto — não apenas o número do Cobb.
A avaliação considera a região torácica, lombar ou ambas, além das alterações visíveis no formato do tronco.
É preciso entender o crescimento restante, a progressão, a rotação, o equilíbrio do tronco e o momento correto de observar, usar colete ou considerar cirurgia.
Muitas curvas podem ser acompanhadas. Outras exigem uma estratégia para controlar a progressão ou planejar a correção.
O colete não é prescrito para “deixar a coluna reta”. Em adolescentes que ainda estão crescendo e têm curvas com risco de progressão, sua função principal é tentar impedir que a deformidade avance até uma faixa em que a cirurgia possa se tornar necessária.
A indicação depende do tamanho e do padrão da curva, da maturidade óssea e do crescimento restante. Quando indicado, o tempo de uso e a adesão fazem diferença no resultado.
Exercícios específicos para escoliose e fisioterapia podem ser usados como complemento em casos selecionados, mas não devem substituir o colete quando ele está formalmente indicado para controlar progressão.
Com planejamento, tecnologia e uma equipe experiente, podemos oferecer mais segurança ao paciente pediátrico e adolescente.
A neuromonitorização permite acompanhar continuamente a função neurológica durante o procedimento e identificar alterações que exigem uma resposta imediata da equipe cirúrgica.
Novos implantes, sistemas de navegação e tecnologias robóticas também ampliam a precisão no planejamento e no posicionamento dos implantes.
A tecnologia amplia o controle, mas não substitui o conhecimento e a tomada de decisão do cirurgião.
Radiografias do caso apresentado no material do Dr. Juliano. A indicação e os objetivos da correção são definidos individualmente.
Caso real · Paciente operada aos 15 anos. Imagens apresentadas com finalidade educativa e sem identificação.
As imagens ilustram um caso específico e não representam garantia de resultado para outros pacientes.
Idade, padrão da curva, maturidade óssea e evolução ao longo do tempo orientam a conduta.
Exame físico e radiografia ajudam a entender as características da deformidade.
A maturidade óssea e o crescimento restante entram na avaliação do risco de progressão.
Em pacientes que ainda estão crescendo, exames seriados podem ser necessários.
Observar, usar colete ou considerar cirurgia conforme a avaliação individual.

Durante dois anos consecutivos, o Dr. Juliano Lhamby aprofundou sua formação em cirurgia da coluna nos Estados Unidos. No Texas Back Institute, em Dallas, dedicou-se às técnicas minimamente invasivas. Em San Diego, concentrou seu treinamento no tratamento da escoliose pediátrica, no Rady Children’s Hospital e na University of California San Diego.


As perguntas mais comuns de pais e adolescentes.
Não. Muitas curvas permanecem estáveis. O risco de progressão depende principalmente do crescimento restante, relacionado à maturidade óssea, além das características e da evolução da curva.
Não. O colete é indicado apenas em situações específicas, principalmente em pacientes ainda em crescimento e com curvas com risco de progressão.
Pode ou não haver dor, mas ela não costuma ser o primeiro sinal. Na adolescência, a escoliose geralmente é percebida inicialmente pela alteração no formato do corpo e pelas assimetrias do tronco.
Em curvas maiores, progressivas ou com características específicas. A decisão depende da avaliação clínica, radiografias, maturidade óssea e impacto da deformidade.
Sim. Em cirurgias de deformidade, é razoável entender claramente a indicação, os objetivos da correção, os riscos e as alternativas antes de decidir.
Em geral, o objetivo principal do colete é impedir ou reduzir a progressão da curva enquanto o adolescente ainda está crescendo, e não “endireitar” definitivamente uma curva já formada.
Não quando existe indicação formal de colete para controle de progressão. Exercícios específicos para escoliose podem ser usados como complemento em casos selecionados.
Atendimento especializado em cirurgia da coluna, com avaliação individualizada de escoliose e deformidades.
Amil, Amil Black, Omint, Bradesco Saúde, SulAmérica, CASSI, Saúde CAIXA e CABESP, entre outros.
Consulte a equipe para confirmar a cobertura e a elegibilidade do seu plano no momento do agendamento.
CONTEÚDO MÉDICO EDUCATIVO