Dr. Juliano Lhamby, cirurgião da coluna
CRM 124.257 | RQE 37130
Formação em deformidades da coluna

Escoliose deve ser avaliada por quem treinou para tratar deformidades da coluna.

Avaliar a curva, entender o crescimento e acompanhar a evolução. Cada decisão começa pela história e pelos exames de cada paciente.

Nesta página
Diagnóstico e acompanhamento

Uma boa avaliação começa antes de falar em tratamento.

O exame físico observa assimetrias do tronco e inclui o teste de inclinação para frente. A radiografia confirma a escoliose e permite medir a curva. Em pacientes que ainda estão crescendo, exames seriados podem ser necessários para acompanhar a evolução.

01

Exame físico

Observar as assimetrias do tronco e realizar o teste de inclinação para frente.

02

Radiografia

Confirmar a escoliose, medir a curva e acompanhar a evolução em exames seriados.

03

Crescimento restante

Relacionar a maturidade óssea às características e à progressão da curva.

Sobre os exames complementares

A ressonância magnética é sempre necessária para avaliar a presença de outras patologias que possam estar associadas à deformidade.

Entendendo a deformidade

A escoliose é uma deformidade tridimensional.

Não se trata apenas de um desvio lateral. Na escoliose, também ocorre a rotação dos corpos vertebrais, responsável por parte das alterações visíveis no formato do tronco.

A avaliação tridimensional também considera o perfil da coluna, incluindo a cifose torácica.

Curvatura da coluna
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Curvatura lateral

Não se trata apenas de um desvio lateral. A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna.

Padrões de escoliose
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Padrões da curva

Pode envolver principalmente a região torácica, lombar ou ambas.

Rotação vertebral
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Rotação vertebral

A rotação dos corpos vertebrais é responsável por parte das alterações visíveis no formato do tronco.

Tipos de curva
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Tipos de curva

A avaliação tridimensional também considera o perfil da coluna, incluindo a cifose torácica.

Tratamento individualizado

O grau da curva é importante. Mas não é o único fator de decisão.

A idade, o padrão da curva, a maturidade óssea e a evolução ao longo do tempo também entram na avaliação.

10° a 25°

Observar e acompanhar

Em curvas menores, em geral o acompanhamento clínico e radiográfico é o principal caminho.

25° a 35°

Controlar progressão

Em pacientes que ainda estão crescendo, o colete pode ser indicado em situações selecionadas para reduzir o risco de progressão.

Acima de 40°

Avaliar cirurgia

Curvas maiores ou progressivas podem exigir avaliação cirúrgica. A indicação nunca deve ser feita apenas por um número isolado.

* Faixas apresentadas de forma educativa e simplificada. A conduta depende da avaliação individual e dos exames de cada paciente.
Por que a experiência importa

Não basta medir a curva. É preciso entender sua evolução.

A escoliose é uma deformidade tridimensional e sua evolução pode mudar durante o crescimento.

Explore os fatores ao rolar ↓
01
Crescimento e maturidade óssea

Entender quanto ainda há para crescer.

O risco de progressão está diretamente relacionado ao crescimento restante, avaliado por meio da maturidade óssea.

Em adolescentes que ainda estão crescendo, determinadas curvas podem progredir. Identificar esse risco cedo pode mudar a estratégia de tratamento.

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Progressão da curva

Acompanhar a curva ao longo do tempo.

Não basta medir a curva. É preciso saber se aquela curva pode aumentar ou não.

Muitas curvas não precisam de cirurgia — e algumas nem de colete. A experiência ajuda a não transformar uma radiografia em uma indicação desnecessária.

03
Rotação e equilíbrio

Olhar para a coluna em três dimensões.

Quando a cirurgia é realmente indicada, padrão da curva, rotação dos corpos vertebrais, cifose torácica, equilíbrio do tronco e níveis de correção precisam ser analisados em conjunto — não apenas o número do Cobb.

A avaliação considera a região torácica, lombar ou ambas, além das alterações visíveis no formato do tronco.

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O momento do tratamento

Escolher a conduta para aquele caso.

É preciso entender o crescimento restante, a progressão, a rotação, o equilíbrio do tronco e o momento correto de observar, usar colete ou considerar cirurgia.

Muitas curvas podem ser acompanhadas. Outras exigem uma estratégia para controlar a progressão ou planejar a correção.

O papel do colete

O objetivo do colete é evitar que a curva piore.

O colete não é prescrito para “deixar a coluna reta”. Em adolescentes que ainda estão crescendo e têm curvas com risco de progressão, sua função principal é tentar impedir que a deformidade avance até uma faixa em que a cirurgia possa se tornar necessária.

A indicação depende do tamanho e do padrão da curva, da maturidade óssea e do crescimento restante. Quando indicado, o tempo de uso e a adesão fazem diferença no resultado.

Importante

Colete e exercício não são concorrentes.

Exercícios específicos para escoliose e fisioterapia podem ser usados como complemento em casos selecionados, mas não devem substituir o colete quando ele está formalmente indicado para controlar progressão.

Evolução do tratamento cirúrgico

A cirurgia da escoliose evoluiu em segurança, precisão e controle.

Com planejamento, tecnologia e uma equipe experiente, podemos oferecer mais segurança ao paciente pediátrico e adolescente.

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Neuromonitorização intraoperatória

A neuromonitorização permite acompanhar continuamente a função neurológica durante o procedimento e identificar alterações que exigem uma resposta imediata da equipe cirúrgica.

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Navegação, robótica e novos implantes

Novos implantes, sistemas de navegação e tecnologias robóticas também ampliam a precisão no planejamento e no posicionamento dos implantes.

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Experiência continua sendo decisiva

A tecnologia amplia o controle, mas não substitui o conhecimento e a tomada de decisão do cirurgião.

Registro educativo

Planejamento e correção. Um caso de escoliose.

Radiografias do caso apresentado no material do Dr. Juliano. A indicação e os objetivos da correção são definidos individualmente.

Radiografia pré-operatória de paciente de 15 anos com escoliose
Antes da cirurgia
Radiografias pós-operatórias da correção de escoliose da mesma paciente
Após a correção

Caso real · Paciente operada aos 15 anos. Imagens apresentadas com finalidade educativa e sem identificação.

As imagens ilustram um caso específico e não representam garantia de resultado para outros pacientes.

Ao longo do tratamento

O acompanhamento faz parte de cada decisão.

Idade, padrão da curva, maturidade óssea e evolução ao longo do tempo orientam a conduta.

01

Avaliar a curva

Exame físico e radiografia ajudam a entender as características da deformidade.

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Acompanhar o crescimento

A maturidade óssea e o crescimento restante entram na avaliação do risco de progressão.

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Reavaliar a evolução

Em pacientes que ainda estão crescendo, exames seriados podem ser necessários.

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Ajustar a conduta

Observar, usar colete ou considerar cirurgia conforme a avaliação individual.

Dr. Juliano Lhamby
Dr. Juliano LhambyCRM 124.257 | RQE 37130
Trajetória internacional

Dois anos de formação nos Estados Unidos em centros de referência.

Durante dois anos consecutivos, o Dr. Juliano Lhamby aprofundou sua formação em cirurgia da coluna nos Estados Unidos. No Texas Back Institute, em Dallas, dedicou-se às técnicas minimamente invasivas. Em San Diego, concentrou seu treinamento no tratamento da escoliose pediátrica, no Rady Children’s Hospital e na University of California San Diego.

ResidênciaOrtopedia e Traumatologia — Grupo Hospitalar Conceição
Dallas | 2005–2006Fellowship em cirurgia minimamente invasiva da coluna no Texas Back Institute.
San Diego | 2006Formação no Rady Children’s Hospital e na UC San Diego, incluindo fellowship em cirurgia da escoliose pediátrica.
SBCSociedade Brasileira de Coluna
NASSNorth American Spine Society
Agendar avaliação
Fachada do Texas Back Institute em Plano, Texas
Texas Back Institute · DallasFellowship em cirurgia minimamente invasiva da coluna.
Fachada do Rady Children’s Hospital em San Diego
Rady Children’s Hospital · San DiegoCentro de formação em escoliose pediátrica · Foto: UC San Diego.
Dúvidas frequentes

Respostas sobre escoliose.

As perguntas mais comuns de pais e adolescentes.

Escoliose sempre piora?

Não. Muitas curvas permanecem estáveis. O risco de progressão depende principalmente do crescimento restante, relacionado à maturidade óssea, além das características e da evolução da curva.

Quem tem escoliose precisa usar colete?

Não. O colete é indicado apenas em situações específicas, principalmente em pacientes ainda em crescimento e com curvas com risco de progressão.

Escoliose causa dor?

Pode ou não haver dor, mas ela não costuma ser o primeiro sinal. Na adolescência, a escoliose geralmente é percebida inicialmente pela alteração no formato do corpo e pelas assimetrias do tronco.

Quando a cirurgia entra em consideração?

Em curvas maiores, progressivas ou com características específicas. A decisão depende da avaliação clínica, radiografias, maturidade óssea e impacto da deformidade.

Vale buscar segunda opinião antes de operar?

Sim. Em cirurgias de deformidade, é razoável entender claramente a indicação, os objetivos da correção, os riscos e as alternativas antes de decidir.

O colete corrige a escoliose que já existe?

Em geral, o objetivo principal do colete é impedir ou reduzir a progressão da curva enquanto o adolescente ainda está crescendo, e não “endireitar” definitivamente uma curva já formada.

Exercícios ou fisioterapia substituem o colete?

Não quando existe indicação formal de colete para controle de progressão. Exercícios específicos para escoliose podem ser usados como complemento em casos selecionados.

Onde atendemos

São Paulo e Salvador

Atendimento especializado em cirurgia da coluna, com avaliação individualizada de escoliose e deformidades.

São PauloAv. Angélica, 2491 — Higienópolis
São Paulo - SP, 01227-200
SalvadorAv. Prof. Magalhães Neto, 1541
Pituba, Salvador - BA, 41810-011
Convênios e contato

Atendemos diversos convênios.

Amil, Amil Black, Omint, Bradesco Saúde, SulAmérica, CASSI, Saúde CAIXA e CABESP, entre outros.

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